domingo, 16 de junho de 2019

INICIAÇÃO AO TÊNIS



Projeto de iniciação ao Tênis de Campo na Escola Olímpio Catão

INTRODUÇÃO

Esse projeto foi realizado por quatro estagiários de Educação Física da UNIVAP e sob a supervisão da professora de Educação Física Cristina Lucas nas Segundas-feiras após o período integral de aula, das 15:15 as 16:15 com 30 alunos dos 6º e 7º anos.
A escolha da modalidade partiu do levantamento prévio dos alunos em vivenciar algo diferente da prática regular esportiva, sabemos que o tênis de campo pode trazer benefícios, como: desenvolvimento social e motor das crianças, concentração e atenção e o desenvolvimento integral dos alunos. De acordo com Groppel e DiNubile (2009), os jovens jogadores de Tênis demonstram elevados índices de vigor, otimismo e autoestima e resultados mais baixos em depressão, ressentimento, confusão, ansiedade e tensão, quando comparados com outros atletas e não atletas. Além dos diversos benefícios a escolha do tênis também se deve a oportunidade de levar um esporte visto como mais elitizado para a prática escolar, aproximando mais os alunos da modalidade a fim de que entendam que o tênis também é acessível. O tênis de campo é visto como um esporte elitizado por muitas pessoas e principalmente estudantes da Escola Pública. Porém, muitas vezes os estudantes entendem que alguns esportes e demais atividades corporais não devem ser privilégios somente dos esportistas e das pessoas em condições de pagar por academias e clubes (Ukachenski, 2014). Sobre a aproximação dos alunos com o esporte e o incentivo a pratica da modalidade é bom observar que a cidade de São Jose dos Campos onde está sendo desenvolvida o projeto possui cerca 7 quadras públicas da modalidade, contam com aulas gratuitas, além de possuir campeonato promovido por instituições sem fins lucrativos e pela própria prefeitura e também uma equipe de alto rendimento mantida pelo programa atleta cidadão.
Sobre o desenvolvimento das atividades na escola, o uso de atividades lúdicas junto de atividades técnicas de fundamento e jogos foi a fórmula para atrair a atenção e manter o maior número de alunos dentro da quadra.


OBJETIVO

Este projeto de tênis na escola visou levar aos alunos uma pratica esportiva bastante diferenciada da vivencia dos mesmos na escola. Tendo em vista que o tênis é um esporte visto por muitos como elitizado esse projeto também ajudou a mostrar a possibilidade de ser acessível a todos. Através de um trabalho mesclando exercícios tecnicamente específicos da modalidade e também momentos de atividades lúdicas para familiarizar os alunos com a modalidade que diferentemente dos habituais na escola, não é coletiva, sendo uma partida realizada o máximo de 4 atletas por jogo, portanto essa mescla de atividades lúdicas e técnicas foi importante para manter o maior número de alunos realizando as atividades.

METODOLOGIA

Para prática deste projeto, recebemos materiais de doações e empréstimo específicos para a prática do esporte como raquetes, bolas de tênis, usando a quadra poliesportiva da escola, além de matérias também já disponíveis no ambiente como cones, bolas de plástico, bambolês e cordas, também foram usados matérias adaptados como: fita zebrada, raquetes de frescobol, bolinha de borracha e rede de voleibol.

Conhecendo o material





Trabalho em grupo



Dinâmica com bambolê, bolinha e raquete





Depoimento dos estagiários Felipe Augusto e Luis Gustavo


Depoimento da aluna do 7ºB Thainá Deyse


Vivência de tênis com dinâmica de bola no cone




Responsáveis pelo projeto - Aline, Priscila, Felipe Augusto, 
Luis Gustavo, Tiago Aguiar e Cristina Lucas

Confraternização

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Educação: Esperança a caminho!

Por Lucilene Fernandes

A obra "Ética e competência" da autora Terezinha Azerêdo Rios pretende ser uma alavanca otimista para educadores e demais interessados na educação em nosso país. Todo o texto caminha para superar o otimismo utópico e infantil baseado em pura esperança, analisando à guisa da filosofia como nossa utopia de educação de qualidade está ligada à realidade que temos hoje!

"É a partir do educador que temos que vamos caminhar para o educador que queremos ter." Partindo deste princípio, a autora encadeia o raciocínio ligando conceitos filosóficos que mostram que as soluções para os problemas da educação no país não virão de fora, nem de um ato mágico, mas se constroem a partir da realidade que temos numa reflexão dialética da escola em si e da escola com a sociedade em que está inserida.

Para tanto, a autora retoma a importância das dimensões técnica, ética e política do educador ressaltando que a relação entre essas dimensões é muitas vezes contraditória, mas aditiva no sentido de que as dimensões se interpenetram o tempo todo. O saber fazer, (dimensão técnica) nunca será neutro, e estará sempre trabalhando para alcançar objetivos que nascem dos valores do educador (dimensão política); e o educador fará melhores escolhas tanto quanto maior for a sua consciência de si e de seus valores (dimensão ética). 

Para a Rios, a competência é "saber fazer bem o dever" e isso inclui as 3 dimensões. Por isso a autora trilha e indica o caminho filosófico da reflexão, buscando a consciência do educador. A consciência de que a escola existe em uma dada realidade social e que esta realidade se constrói na práxis, de forma dialética, com avanços e retrocessos, sempre passível de mudanças porque não é estática.

"O homem é um ser-no-mundo. Ele não é, primeiro, depois no mundo. Ser no mundo já é constituinte de seu ser homem." E assim também é com a educação que se faz, existindo e administrando as condições da existência com consciência e criatividade. 

Os caminhos percebidos pela autora estão na superação do espontaneísmo e no compromisso das pessoas envolvidas, mediado pela ética. A escola então se colocará como mediadora do processo em que as futuras gerações se constroem, a sociedade se constrói. E como fará isso? Através de projetos de ação! Um projeto existe no presente mas está sempre relacionado ao futuro (àquilo que ser alcançar). Logo, projetos de ação são a forma consciente de se enfrentar situações de crise.

"Assim vamos nos tornando competentes, realizando o ideal que atende às exigências  - históricas, sempre - do contexto em que atuamos."

terça-feira, 4 de junho de 2019

FORMAÇÃO DE PROFESSORES COM FUNDAMENTOS BÁSICOS PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS ATÍPICAS




Na última sexta-feira, dia 31 de maio de 2019, tivemos a honra  de receber a Terapeuta Ocupacional Psicomotrista, Adriana Farinas com vasta experiência na área de Psicomotricidade. Essa foi mais uma ação em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil e contou também com a participação da Presidente do grupo Cristina.
A terapeuta iniciou a apresentação salientando que para aprender o indivíduo deve observar três aspectos básicos: Social; Biológico; Cognitivo. Aprendizagem é um processo de mudança de comportamento obtido através da experiência construída por fatores emocionais, neurológicos, relacionais e ambientais. Aprender é o resultado da interação entre estruturas     mentais e o meio ambiente. Nesse enfoque centrado na aprendizagem, o conhecimento é construído e reconstruído  continuamente. A criança que apresenta uma dificuldade de aprendizagem requer  uma maneira diferente  de  aprender. Ela pode ter um obstáculo, uma barreira, um sintoma, que pode ser de origem tanto cultural quanto cognitiva ou até mesmo  emocional.

A sigla, DEA: Dificuldades específicas de aprendizagem, é um tipo de desordem neurodesenvolvimental que compromete a capacidade para aprender, capacidades que são específicas e que dão base de outras competências acadêmicas. A  Incidência na população escolar é de : 5% a 15%, o que causa graves desvantagens aos sujeitos por ela afetados nas áreas; Pessoal; Acadêmica; Profissional.
Sendo que as principais dificuldades observadas são: Disgrafia; Disortografia; Dislexia; Discalculia; Dispraxia e Síndrome de Irlen.
Refere-se as caracterísiticas chave das DEA – pelo menos um dos seis sintomas de dificuldades de  aprendizagem, que tem de persisitir pelo menos, seis meses, apesar da ajuda extra ou uma instrução específica: Leitura lenta; Dificuldades em perceber o significado do que ler; Ortografia pobre; Expressão escrita em déficit; Dificuldade em recordar fatos numéricos e Raciocíno matemático impreciso.
A origem do DEA está no aspecto biológico, por se tratar de um transtorno do neurodesenvolvimento e inclui também uma interação de fatores genéticos, ambientais e epigenéticos, o que influencia a capacidade do cérebro para processar ou perceber as informações, tanto verbais como não-verbais.

A Neuroplasticidade estuda e comprova que estímulos sensoriais aumentam as sinapses. Mais sinapses, mais habilidades diferentes. Sendo assim, quanto mais recursos sinestésicos o professor usa, mais o alunos tem chance de aprender; pois aprender é fazer novas sinapses. Sinapse interpreta o meio ambiente, através dos    sentidos, recebe no tálomo e de lá são encaminhados  para as áreas correspondentes.
Por outro lado, se a criança estiver exposta a muitos estímulos ao mesmo tempo, podem “sufocar e gerar um stress em algumas crianças”. A experimentação diária da criança, dará argumentos para os educadores mediar os estímulos.
Os estímulos sensoriais são: Auditivos; Visuais; Táteis; Proprioceptivos; Vestibulares; Gustativos e Olfativos.

 Propriocepção: O termo Propriocepção refere-se à consciência do    nosso prórpio corpo. É através deste sentido que nós sabemos a posição do nosso corpo, como está e que partes estão em movimento e quais as que não estão em movimento.Os receptores estão localizados nos músculos,    articulações e ligamentos. Estes estão    permanentemente a enviar informações ao cérebro    sobre a posição do nosso corpo, além das contrações    e relaxamentos dos músculos.
Trabalhar o sistema vestibular favorece: Controle Postural; Movimentos oculares; Ajuste da posição da cabeça em relação ao movimento; Extensão contra a gravidade; Coordenação motoral bilateral e Orientação ao espaço.

Sistema Tatil:  localiza-se na nossa pele e é a fronteira    entre o nosso corpo e o mundo à nossa volta. É esse  sistema que controla a reação a tudo o que nos toca.    Todos nós necessitamos de toque para nos mantermos    saudáveis.Este sistema ajuda-nos a aprender uma competência    essencial ao ser humano: regular as suas respostas    ao meio que nos rodeia.

Sistema auditivo:    O nosso sistema auditivo tem os receptores no ouvido interno, captando as ondas sonoras que irão entrar no   sistema de processamento sensorial. Esta informação auditiva irá juntar-se com a informação que vem do    sistema vestibular, visual e proprioceptivo. É a integração da informação auditiva com a dos outros sistemas que nos torna capazes de interpretar os sons que nos são significativos, como o da fala.
Integração sensorial: O cérebro tem de analisar a informação de todos os sistemas sensoriais para que possa organizar uma resposta adequada. Dependendo do processamento da informação de todos os sistemas sensoriais, assim será a adequação da resposta da criança.

Psicomotricidade:
É uma ciência da área da Saúde e Educação que estuda o ser humano em sua totalidade, respeitando as  leis embriológicas e a fundamentação neurológica do   cérebro de Luria. Ciência de resultado, é imediato, quanto mais o corpo   fica enriquecido, melhores são as condições de  aprendizagens.
  
Tônus: É ele quem organiza a atenção tônica, que por sua vez favorece a memória, imprescindível para qualquer aprendizagem como primeira unidade funcional: Tônus é o alicerce fundamental de qualquer aprendizagem; Reflexos; Fator de suporte para qualquer forma de expressão; A tonicidade abrange qualquer forma de comunicação social não verbal e o Freio inibitório.

Esquema e imagem corporal: “A evolução da criança é sinônimo de conscientização e conhecimento cada vez mais profundo do seu corpo, a criança é o seu corpo, pois é através dele que a criança elabora todas as suas experiências vitais e organiza toda a sua personalidade”.  Ajuriaguerra. É a organização das sensações relativas ao próprio corpo, que o indivíduo vai interiorizando a localizar as diferentes partes através dos estímulos  que recebe do meio ambiente. Assim vai reconhecendo seu corpo e torna-se capaz de identificar  e localizar as diferentes partes do corpo, suas posturas e atitudes em relação ao mundo exterior.

Lateralização: Correlaciona-se a aprendizagem da noção de direita e esquerda. Segundo Spionnek, divide este conceito nas seguintes etapas: A criança distingue os dois lados do corpo; A criança compreende os dois braços que estão ao lado do corpo, mas ignora direita e esquerda; Diferencia os dois olhos, mãos e pés; Noção das extremidades D/E e a noção das partes do corpo; Inicia a precisão dos dois lados do corpo – nomeando-as corretamente (7 anos em diante).

Praxia Global: Controle motor: Envolve a organização da atividade consciente e a sua programação, regulação e verificação. Está constituído por um conjunto de informações espaço-temporais, proprioceptivas, posturais, tônicas e intencionais. Objetivo: executar um ato motor voluntário.

Crianças atípicas: TEA – Transtorno do Espectro autismo; Transtornos Globais ou Invasivos do Desenvolvimento; (TGD) que incluía, além do Autismo e a Síndrome de Asperger, a Síndrome de Rett, e o Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra especificação (TGDSOE). TEA – recentemente abrangeu a Asperger, Autismo e TGDSOE. As crianças atípicas tem direito garantida pela lei, por serem incluídas e estimuladas a realização pessoal e profissional Garantidos Recursos Práticos como: Anamnese  - Histórico da Criança; Observação Diária; Aspectos Sensoriais; Aspectos Psicomotores; Comportamental; Acompanhamento Terapêutico; Medicação; Tratamento; Restrição  Alimentar; Adaptação curricular; Tutor; Banco de apoio; Localização na sala; Quadro de rotina – Fichas; Recursos visuais; Puff e almofada; Lápis Grosso se necessário; Régua de Apoio; Som Reduzido, evitar sinais; Hora de descanso sensorial, Saídas com objetivos.
As orientações, dicas e mecanismos apresentados pela Terapêuta Adriana Farinas, impactaram na qualificação profissional da nossa equipe e qualificaram as ações que envolvem crianças atípicas em nosso ambiente escolar.





A escola, enquanto responsável na formação do indivíduo, precisa acompanhar as mudanças da sociedade. A questão da inclusão de crianças atípicas na rede regular de ensino, insere-se no contexto das discussões, cada mais em evidência, relativas à integração de pessoas portadoras de deficiências enquanto cidadãos, com seus respectivos direitos e deveres de participação e contribuição social. 

Por: Simone da Silva de Paula
Professora Coordenadora Geral


domingo, 2 de junho de 2019

Projeto Iniciação ao Tchoukball




     O tchoukball é um esporte coletivo desenvolvido na década 1960 pelo médico suíço Dr. Hermann Brandt, com o objetivo de ser uma ferramenta para trazer paz às equipes.
     O Dr. Hermann Brandt constatou que as lesões ou os traumatismos dos atletas eram decorrentes de movimentos inadequados à fisiologia do indivíduo e às numerosas formas de agressões presentes em alguns esportes.
    Assim,o Dr. Brandt criou um novo jogo, o Tchoukball. Este esporte apresenta-se como uma mistura da Pelota Basca, de Handebol e do futebol. Trata-se de um esporte de equipe que se joga com uma bola e duas superfícies de remissão (quadros) e caracteriza-se pela eliminação de todas as formas de agressões corporais entre os adversários.
     Pelo seu caráter lúdico, o Tchoukball é conhecido por incitar cada individuo a praticá-lo independentemente da sua idade, sexo ou capacidade atlética.

     O Projeto de Iniciação ao Tchoukball acontece nas Terças-feiras (após o período de aula das 15:15 as 16:15) para os alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental. As aulas são ministradas pelos estagiários de Educação Física da UNIVAP: Marcos Vinicius Pereira, Sanielen Fernandes e Maria Isabella Carvalho sob a supervisão da professora Cristina Lucas. Este Projeto tem como objetivo o trabalho em equipe, melhorar a coordenação motora, a consciência corporal e concentração. É um esporte inclusivo que preza pelos valores éticos e morais. Para essas aulas são realizadas atividades lúdicas e recreativas.

Depoimento do aluno Marcelo do 7ºB

Estagiário de Educação Física - Marcos Vinícius


        Processo pedagógico - Desafio do jogo da velha
Capacidade Física: agilidade
                                   

Processo pedagógico para o tchoukball

Desafio entre as equipes 

Estratégia de jogo




Depoimento dos alunos


"O Projeto tchoukball é muito bom, eu não conhecia o esporte e estou tendo essa oportunidade, eu conheço pessoas que eu não conhecia antes e esse esporte não dá para se machucar e isso ajuda." Caio 7ºB

"O tchoukball é um esporte muito criativo, é também muito importante para nossas vidas, muito divertido e é minha paixão praticar esporte" Felipe 6ºB

"Eu entrei neste ano na escola e me apaixonei pelo tchoukball, lá a gente treina e pratica muito os fundamentos, trabalhamos em equipe com muita união e força e os professores ensinam muito bem" Igor 7ºB

"Este projeto é muito legal, bacana, radical e além disso é sensacional; Os estagiários também são legais. São atividades físicas criativas e cheias de dinâmicas. Melhora o protagonismo, pois é um novo compromisso e melhora também a habilidade física." Samuel Marques 6ºB

"Esse esporte ajuda nosso conhecimento cultural, social, melhora nosso físico e amplia nosso conhecimento geral. Os estagiários nos proporciona brincadeiras recreativas voltada para o tchoukball" Bernardo 7ºA


Idealizadores do Projeto de Iniciação ao Tchoukball


Professora: Cristina Lucas
Estagiários: Marcos Vinícius, Maria Isabela e Sanielen Fernandes




sexta-feira, 17 de maio de 2019

Semana de OBA - História e Astronomia

Por Lucilene Fernandes

Está acontecendo hoje na escola a prova da OBA - Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica.

Nas últimas semanas, vários professores inseriram o tema em suas aulas relacionando a Astronomia e Astronáutica com o conteúdo de suas disciplinas. E essa tarefa foi desafiadora!

Nas aulas de História, os alunos receberam a temática conforme o assunto que estamos estudando no Currículo Paulista:


  •  no 6º ano, esta semana foi o momento de estudarmos a visão científica da formação do universo e do Planeta Terra; assim, com vídeos, muitas perguntas e pesquisa na rede mundial de computadores os alunos refletiram sobre os planetas, os movimentos planetários, o estudo do céu
  • no 7º ano, esta semana retomamos os estudos renascentistas sobre o movimento dos planetas no sistema solar; analisando vídeos na rede mundial de computadores fizemos um histórico da evolução do conhecimento humano desde a Grécia Antiga até as formulações de Galileu Galilei e Nicolau Copérnico
  • no 9º ano, o tema astronomia foi inserido relacionado à Corrida Espacial na época da Guerra Fria; os alunos pesquisaram a criação da NASA e suas descobertas e as recentes pesquisas da SpaceX, refletindo sobre a humanidade que olha para o céu ainda hoje.

A história do homem mostra que olhar para o céu pode ser fascinante e desafiador!



sexta-feira, 10 de maio de 2019

História - o processo de construção da Cidadania

Por Lucilene Fernandes

Uma sequência didática realizada no 9º ano envolveu pesquisa, sistematização e apresentação sobre as pautas de luta dos povos indígenas, das mulheres e dos negros na história do Brasil. 

Esta atividade buscou desenvolver habilidades indicadas na BNCC - Base Nacional Curricular Comum - e no currículo estadual, indicada no documento "São Paulo faz escola - Guia de Transição / Área de Ciências Humanas / Ensino Fundamental e Médio, Orientações para o professor" enviado a todas as escolas da rede estadual pela SEDUC - Secretaria Estadual de Educação.

Na SD - sequência didática - , os alunos organizados em grupo usaram a rede mundial de computadores na sala de informática da escola para buscar informações em diversas fontes sobre as lutas das mulheres, dos índios e dos negros, principais lideranças e demandas reivindicadas. De posse das informações, construíram cartazes e apresentaram aos colegas.

Desta forma oportunizamos momentos de reflexão sobre a necessidade destes movimentos sociais, o reconhecimento de importantes líderes que lutaram por direito à cidadania e sobre a complexidade das lutas sociais hoje em dia.

Pesquisa
 

Construção dos cartazes

 



Habilidade BNCC e Currículo Paulista:

Relacionar as conquistas de direitos políticos, sociais e civis à atuação de movimentos sociais

Monitores - alunos protagonistas na aula de História

Por Lucilene Fernandes


Na atividade de recuperação contínua em sala de aula, os alunos do 7º ano com melhor desempenho nas avaliações de História se tornaram monitores dos colegas, auxiliando na superação das dificuldades melhoria na aprendizagem.

No final do primeiro bimestre realizamos uma aula que foi desenvolvida pela professora em conjunto com os alunos monitores. Em cada turma 5 a 6 alunos que apresentaram melhor desempenho nas avaliações e demonstraram maior domínio das habilidades trabalhadas atuaram como monitores em uma atividade dirigida. E tivemos um resultado muito bom nesta prática!

Os alunos monitores auxiliavam grupos de 4 a 6 colegas na realização de atividades preparadas pela professora que exigiam as habilidades trabalhadas durante o primeiro bimestre. Os monitores, auxiliaram na compreensão das questões e na pesquisa das respostas, solucionaram dúvidas e explicaram os temas para os colegas que necessitavam de ajuda. 

Neste tipo de atividade, a linguagem mais próxima do colega, "papo de jovem para provem" pode facilitar a aprendizagem! Muitas vezes os alunos reclamam da linguagem usada pela professora que é "muito complicada", "com palavras que a gente não usa", "fala muito rápido" ou "tem muita coisa junta"... Por este motivo, ouvir um colega que já aprendeu ajuda a compreender os estudos da aula de História, que tratam sobre épocas diferentes com ideias e conceitos específicos.

Os alunos se tornam mais protagonistas e assumem corresponsabilidade pelas aulas. Enquanto desenvolvem a monitoria, os alunos que auxiliam os colegas atuam como corresponsáveis, exercitando a responsabilidade pelo próprio aprendizado e também pelo desenvolvimento da turma. Esse exercício está ligado à noção de cidadania, desenvolvendo desde cedo a compreensão de que o desenvolvimento de nossa sociedade é responsabilidade nossa e que nós podemos e devemos ter um papel ativo no desenvolvimento da nossa comunidade.
 


Já estamos preparando novas atividades com esta pegada!

terça-feira, 16 de abril de 2019

O MIND LAB NA E.E.E.I. OLÍMPIO CATÃO




ABRINDO NOVOS CAMINHOS



Para um mundo em constantes transformações cada vez mais veloz, um jovem que seja capaz  de  Ser , de Conviver, de Aprender e de Fazer estará sempre pronto para se adaptar às exigências do mundo.  São essas quatro  competências  que vão ajudar e promover o desenvolvimento humano formando jovens conscientes, profissionais realizados e preparados para construir um mundo melhor . Baseado em teorias e estudos impactantes e metodologias inovadoras como Mediação da Aprendizagem (REUVEN FEUERSTEIN)  e em uma proposta prática (  jogos  de raciocínio , metodologias metacognitivas e professor mediador)   a E.E.E.I.Olímpio Catão adotou o MIND LAB para tornar a aprendizagem mais significativa dos nossos alunos e ajudá - los   a transcender aplicando o que aprenderam no cotidiano.

Habilidades Envolvidas :  
Cognitivas,
Emocionais,
Sociais e Éticas.

Objetivos:
 Promover experiências favoráveis à inserção no mundo regrado e sua compreensão , tanto nos jogos como na vida.
 Desenvolver estratégias de ação reguladas pelas regras do jogo e pelas ações do outro.
Aprender a lidar com atitudes e sentimentos ligados aos jogos
Favorecer a consolidação das operações concretas de pensamento ( PIAGET)
Estimular o estilo interrogativo tomada de decisões o espírito de equipe
Desenvolver habilidades de análise comparação planejamento e execução.


terça-feira, 9 de abril de 2019

Escrevendo na aula de História...

Por Lucilene Fernandes

Nas aulas de História desenvolvemos nossa percepção do mundo que nos rodeia. Fazemos isso estudando o passado mas também analisando o presente. Chamamos isso de contextualização do tema estudado, de relação passado-presente ou pelo nome da atividade permanente das aulas de História em 2019:

NOSSA ESCOLA, NOSSO MUNDO

Seguindo as orientações da Professora Coordenadora de Ciências Humanas, realizamos algumas atividades focando na escrita em sala de aula.

E nestes momentos alguns alunos se destacam e merecem ser ouvidos naquilo que têm a dizer!

Com a palavra, aluna Thainá, do 7º ano A...




Posicionamento crítico

Por Lucilene Fernandes

Nesta semana, os alunos realizaram uma atividade que exige análise crítica. Trata-se de uma atividade que realizamos todas os anos com as turmas do 9º ano:


A atividade consiste no exercício do Juri Simulado. Dois alunos assumem a posição de advogado de defesa e promotor e fazem, respectivamente, a defesa e a condenação ao governo do ex-presidente Getúlio Vargas.

Na turma do 9º ano A, os alunos Luiz Eduardo e Raquel fizeram a argumentação. Na turma do 9º ano B, foram as alunas Ana Gabriele e Raíssa. Fica aqui um agradecimento pelo empenho de todos.

Os demais alunos formam o júri que avalia o governo de Vargas através da argumentação dos colegas. Antes do julgamento, o tema já foi estudado em classe. Ao final, os alunos declaram seu voto e escrevem a argumentação que fundamenta seu voto.